Nos atuais moldes qualquer pessoa, sem preparo algum, pode galgar todos os cargos políticos sem sequer saber o que significam as letras do próprio apelido, que passa a ser conhecido como nome próprio, ex. caso Tiririca.
As minhas sugestões são:
Criação dos cursos: técnico profissionalizante em Administração Pública e superior em Administração Pública, com matérias ligadas a administração de recursos públicos, criação e gerencia de projetos, estrutura e funcionamento das Fazendas Públicas Municipais, Estaduais e Federais, além das Autarquias. Outras matérias importantes como, matemática financeira, direito voltado à legislação pertinente a Administração Pública, informática, e especialmente aulas de português, tanto falado como redigido. Em pleno século XXI é INADMISSÍVEL ouvir dos dirigentes de nossa Amada Pátria, pronunciar palavras soltas e discurso que nos envergonham.
O candidato que se prestar a freqüentar o curso sugerido, que deverá ser gratuito, só poderá ser aprovado se obtiver 70% de aproveitamento e 70% de freqüência.
Qualquer brasileiro, maior de idade, com fixa limpa, filiado a um partido político poderá concorrer a um cargo eletivo desde que:
Para PREFEITO e VEREADOR, tenha cursado quatro anos do curso técnico em administração pública, com o respectivo diploma;
Para DEPUTADO ESTADUAL e GOVERNADOR, além do diploma do curso técnico e superior em Administração Pública, deverá ter ocupado os cargos de Vereador ou Prefeito Municipal;
Para SENADOR ou DEPUTADO FEDERAL além de diplomado em Administração Pública (técnico e superior) haverá o candidato de ter ocupado, primeiramente os cargos de Prefeito ou Vereador e depois de Deputado Federal ou Governador.
Para PRESIDENTE deverá o candidato, ser diplomado em Administração Pública e ter na prática passado pelos cargos eletivos de Prefeito ou Vereador (primeira etapa), Deputado Estadual ou Governador (segunda etapa), Senador ou Deputado Federal (terceira etapa).
O mandato será de quatro anos com direito a reeleição apenas uma vez e em apenas um dos níveis. Uma vez galgado todos os níveis o candidato se torna inelegível. Desse modo se faz uma reciclagem na política de vinte em vinte anos.
Se em uma empresa privada é exigido alta qualificação de seus funcionários e a progressão de cargos feita por competência, desempenho, e outros requisitos, imaginem o quanto mais qualificado deva ser o Representante que elegermos para a Administração Pública, desde a Municipal à Federal!
Toda essa hierarquia para ocupação de cargos de liderança na política viria a moralizar, ou pelo menos dar condições técnicas à Administração Pública.
Esse conjunto de regras não tornaria a política mais elitizada, e sim mais competente para administrar um país e, portanto, a vida de todos os cidadãos. O que não está correto é “rebaixar a política” para que qualquer cidadão possa concorrer a todos os cargos políticos e, durante seu mandato aprender o que já deveria estar sabendo de longa data, enquanto o povo paga a condenação por sua falta de capacidade, seriedade e competência.
Parabéns Cláudio.
ResponderExcluirGostei bastante desse primeiro tema.
Já vou difundir a idéia.
Brasil, um país de extremos!
ResponderExcluirPara pensar: Nosso presidente anterior (FHC) foi classificado como o presidente mais culto do mundo quando presidente... e o Lula, em qual classificação ficaria?